COMO EMPREENDER NO MUNDO DIGITAL?

 

Para empreender no mundo digital é preciso fazer um planejamento, porque nesse ambiente a competitividade não é diferente e pode levar o novo empreendimento à falência caso não seja feita algumas importantes previsões e riscos. O plano para um negócio digital deve contemplar riscos, que pode ser mensurados através de uma análise SWOT e público alvo, de forma a ter informações suficientes para levar a comunicação das ofertas do novo negócio diretamente para esse público interessado.

Dicas para o empreendedor digital:

1 – O negócio digital precisa ser dinâmico para promover diferentes experiências e alcançar engajamento do público.

2 – Importante ter um sistema de base de dados com perfil a fim de enviar as ofertas de acordo com o consumidor evitando frustrações.

3 – Procure entregar um modelo de venda com consultoria porque é mais eficiente e a venda é consequência.

4 – Faça constantemente contatos com seus clientes através de meios digitais como e-mails, mensagens, etc….

5- Evite fazer promoções o tempo todo porque isso poderá afastar seus consumidores.

Valdir Oliveira
www.miragemarketing.com.br

Abrir um negócio na internet, use um site inteligente

 


A gente sempre associa abrir um negócio na internet como a forma mais correta de entrar no modelo de mercado que está funcionando hoje em dia e isso está correto. Mas já que vamos abrir uma empresa e utilizar um site, é melhor que ele seja inteligente né. Porque aumenta milhares de vezes a chance de o negócio dar certo e ganhar MUITO DINHEIRO saindo na frente dos concorrentes.
– O site inteligente gera um banco de dados de seus clientes e permite que você envie novidades e promoções.
– A inteligência artificial permite retornar para aqueles que entram no site e não decidem comprar nada, assim faz a repescagem.
– Falar com o visitante em tempo real aumenta a possibilidade de fazer negócio porque surpreende o cliente no momento de decisão de compra.
– Muito mais importante…o site inteligente pode apontar os produtos mais procurados, as regiões com maior demanda e períodos sazonais permitindo que você seja estratégico na hora de investir.
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Como conseguir clientes na internet?

Para conseguir clientes na internet é preciso:

Primeira coisa mais importante é considerar que os negócios estão mudando e que a nova geração está conectada com novos valores. Esse pensamento estabelece um modelo comercial que se sustenta em dinâmica e interação com clientes, ou seja se interajo é porque faço parte se não é porque as empresas não se importam comigo. Sim esse é o cliente que entra em nossos sites na internet e criam uma expectativa gigante. Ou mudamos ou eles mudam com a gente.

8 COISAS PARA NÃO FAZER NOS NEGÓCIOS DE INTERNET

 

1) Fazer uma e-commerce e achar que não precisa fazer marketing. A loja virtual é como uma loja física e precisa de um plano de marketing para que as pessoas conheçam.

2) Contratar SEO MKT e achar que não precisa mais de outros veiculos como ADWORDS e REDES.

3) Enviar email marketing tentando vender o tempo todo para os mesmos clientes.

4) Imaginar que a empresa é apenas o SITE na internet e ficar esperando o cliente ligar ou mandar um contato na página.

5) Publicar conteúdos sem dirigir para o público alvo correto de forma aleatória,  desconsiderando a estrutura (afinidade – informação – emoção).

6) Vincular um questionário infinito na página de contato criando constrangimento aos clientes.

7)  Anunciar um produto sem considerar a explanação sobre o que ele faz para solucionar problemas ou atender as necessidades dos clientes alvo.

8) NUNCA investir em um produto que tenha concorrentes gigantes ou que pode estar comoditizado na rede. A não ser que tenha muito dinheiro para bater de frente.

Valdir Oliveira
www.miragemarketing.com.br

INTERESSE DO CLIENTE NÃO IMPORTA

Nós sempre trabalhamos para interpretar o interesse de nossos clientes e atender o que eles precisam comprar. Para isso aumentamos o portifólio de ofertas de produtos, investimos no desenvolvimento de novas tecnologias, sempre preocupados com os seus interesses. Isso é muito bom, mas se os clientes procurassem produtos empresas como a Disney ou a Sky Fly talvez nem existiriam. Essa filosofia fundamentada em interesse e produto foi o caminho trilhado pelas empresas para chegar até aqui com sucesso, temos que reconhecer, mas não será o caminho que as levará daqui para frente. Cada vez mais os clientes utilizam a aquisição de produtos como plataforma para alcançarem novas experiências e o produto cada vez mais importa menos nesse processo de comércio contemporâneo. Como uma empresa que fabrica produtos tangíveis pode se alçar em um universo em que a valência está na experiência? Interpretando quem realmente são seus clientes, o que eles sentem quando compram e quando e como utilizam seus produtos. Vamos utilizar exemplo prático: o telefone celular colocou a comunicação por voz na mão do cliente entregando a eles liberdade de movimento, mas, eles tinham liberdade e para registrar essas experiências precisavam de outro gadget,a câmera fotográfica. Com essa percepção os fabricantes adicionaram as câmeras nos seus aparelhos entregando mais uma experiência para seus clientes; bom os clientes criaram uma nova expectativa associada a experiência, que no caso seria como mostrar para seus amigos que estão felizes e se fotografarem. As empresas perceberam que poderiam melhorar a experiência do cliente na relação de consumo dos seus aparelhos e colocaram a câmera para self. Quando tudo parecia enfim um casamento perfeito as empresas perceberam que quando o cliente tocava no botão da câmera de self as fotos tremiam e o usuário sofria uma dissonância de uso, para otimizar essa experiência as empresas adicionaram no software funções de reconhecimento onde não é necessário se apertar botões para se auto fotografar. Agora o mais importante de tudo isso, além de que as empresas foram melhorando as experiências dos clientes evoluindo com eles, é que o  telefone celular em tese é para falar e não para fotografar, isso mostra que o cliente não se relaciona com o produto essencialmente, mas com o que o produto pode propiciar a eles. Se fosse possível talvez usariam seus pensamentos para  falar, tirar fotos e publicar no Facebook, isso não deve estar longe de acontecer.

Produto não é a razão do negócio.

Não faça projeção das vendas com base nos produtos, use alcance conversão em relação a clientes. Vamos lá, quando faço as visitas para falar com as empresas que atendo na consultoria de vendas, existe uma cultura de projetar o plano de vendas em cima de quantos produtos devem ser vendidos e qual o valor deles. Isso não funciona, porque a razão do negócio é o cliente e o quanto somos capazes de vender para cada um deles. Para fazer o cálculo e tornar mais contemporânea sua empresa vamos fazer assim:   Qual o valor bruto das vendas nos meses que vou usar para o cenário? Quantas vendas fiz nos últimos meses? Com esses dados dividimos o valor das vendas pela quantidade de vendas e chegamos ao TICKET MÉDIO, daí partimos para a projeção. Ex: vendi R$ 10.000,00 e atendi 10 clientes, resultado do ticket médio R$ 1.000,00. Com esse resultado sabemos a capacidade de potencializar clientes. O planejamento deve responder a pergunta:  nesse valor quantos clientes eu preciso para chegar à meta? Então partimos para o plano de prospecção. Essa tese dá base para empresas que já entenderam que o cliente é que constitui a razão de ser do negócio. Estamos preparados par vender mais por cliente? Então vamos alcançar a meta!

As perguntas que traumatizam clientes: 


Quando o cliente acaba de fechar um negócio, o vendedor vira e faz uma pergunta com uma intenção dúbia: Só isso?

Ou quando recebe o cliente com a frase: Pois não?

Ou também quando diz: Não quer levar mais alguma coisa?

Essas perguntas automáticas feitas por uma grande quantidade de vendedores, não carrega com elas o sentido de interação positiva, o que causa no cliente um reflexo defensivo e muitas vezes um resíduo negativo de um atendimento que pode ter sido excelente.

Vendedores fujam de pergunta “nonsense” e conquistem seus clientes através da amizade. Lembrem-se que dois momentos da venda são mais relevantes para os clientes: o primeiro quando eu o recebo e o segundo quando me despeço com grandeza.

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