Como ganhar dinheiro com seguidores na internet

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Muitas vezes os publicadores de internet têm dificuldades para transformar seus seguidores em lucro de fato. Isso acontece porque, no geral, os conteudistas são especialistas no tema que tratam, mas desconhecem funções de indexadores online como os EAT – Expertise, Authoritativeness and Trust, importantes para o desempenho das matérias online e formadores fundamentais de reputação digital. Claro que a publicação de conteúdo é importante para o bom desempenho do projeto, mas é preciso entender qual o modelo de negócio o blogueiro está construindo e para dar certo, como em todos os negócios, o planejamento se faz necessário antes de que o projeto comece.

A maioria dos projetos de comunicação na internet, voltados para conteúdo, tiveram em um dado momento espontaneidade orgânica, o que fez parecer algo muito simples, porém com as novas ferramentas dos filtros que estão buscando credibilidade, isso não deverá ser possível mais daqui para a frente. Então diante desse cenário de mudanças, como Rank Brain, serão altamente relevantes no desempenho dos blogs conteudistas e que esperam evolução orgânica para atração de views.

Enfim, depois de fazer uma analogia sobre o universo do conteudismo vamos diretamente aos pontos que tratam a matéria, e para isso é importante lembrar que os indicadores que serão utilizados para medição de valor das respectivas páginas são seguidores, tráfego, engajamento, entre outras informações relevantes e a organização do conteúdo, considerando que para o modelo conteudista o tema específico ajuda a atrair espectadores qualificados e interessados no assunto, o que ajuda a melhorar o engajamento e aumenta a credibilidade e reputação digital. Entre os modelos de remuneração estão: Adsense, comercialização de espaços, indicação de produtos, programa de afiliados, inscrições em conteúdos pagos entre outros. Vamos lá, chegou sua hora de empreender na rede, você consegue.

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações

Você sabe o que é Mobilegeddon??

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#39 Atualização de algorítimos para dispositivos móveis: muitas vezes chamada de “Mobilegeddon“, esta atualização recompensou páginas que foram adequadamente otimizadas para dispositivos móveis.

Com a alteração, sites que não possuem uma versão amigável aos mobiles terão seu ranqueamento prejudicado no maior buscador da web neste tipo de pesquisa.

Atualmente, 60% das pesquisas feitas no Google são realizadas a partir de ambientes móveis, o que justifica a alteração. Assim, a ideia do mecanismo de busca mais famoso do mundo é privilegiar uma melhor experiência do usuário que acessa a web a partir de um dispositivo portátil.

Para facilitar a vida de desenvolvedores de todo o mundo, o Google oferece um “guia de amigabilidade”, ou seja, uma série de dicas por meio das quais os programadores web poderão criar ferramentas amigáveis ao sistema de busca.

https://developers.google.com/search/mobile-sites/

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações.

 

Você sabe como empreender no mundo digital?

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Para empreender no mundo digital é preciso fazer um planejamento, porque nesse ambiente a competitividade não é diferente e pode levar o novo empreendimento à falência caso não seja feita algumas importantes previsões e riscos. O plano para um negócio digital deve contemplar riscos, que pode ser mensurados através de uma análise SWOT e público alvo, de forma a ter informações suficientes para levar a comunicação das ofertas do novo negócio diretamente para esse público interessado.

Dicas para o empreendedor digital:

1 . O negócio digital precisa ser dinâmico para promover diferentes experiências e alcançar engajamento do público.

2 . Importante ter um sistema de base de dados com perfil a fim de enviar as ofertas de acordo com o consumidor evitando frustrações.

3 . Procure entregar um modelo de venda com consultoria porque é mais eficiente e a venda é consequência.

4 . Faça constantemente contatos com seus clientes através de meios digitais como e-mails, mensagens, etc….

5. Evite fazer promoções o tempo todo porque isso poderá afastar seus consumidores.

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações.

 

Abrir um negócio na internet? Saiba como usar um site inteligente

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A gente sempre associa abrir um negócio na internet como a forma mais correta de entrar no modelo de mercado que está funcionando hoje em dia e isso está correto. Mas já que vamos abrir uma empresa e utilizar um site, é melhor que ele seja inteligente né. Porque aumenta milhares de vezes a chance de o negócio dar certo e ganhar MUITO DINHEIRO saindo na frente dos concorrentes.

  • O site inteligente gera um banco de dados de seus clientes e permite que você envie novidades e promoções.
  • A inteligência artificial permite retornar para aqueles que entram no site e não decidem comprar nada, assim faz a repescagem.
  • Falar com o visitante em tempo real aumenta a possibilidade de fazer negócio porque surpreende o cliente no momento de decisão de compra.

Muito mais importante…

Um site inteligente pode apontar os produtos mais procurados, as regiões com maior demanda e períodos sazonais permitindo que você seja estratégico na hora de investir.

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações.

 

Você sabe como conseguir clientes na internet?

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Para conseguir clientes na internet é preciso:

Primeira coisa mais importante é considerar que os negócios estão mudando e que a nova geração está conectada com novos valores. Esse pensamento estabelece um modelo comercial que se sustenta em dinâmica e interação com clientes, ou seja se interajo é porque faço parte se não é porque as empresas não se importam comigo. Sim esse é o cliente que entra em nossos sites na internet e criam uma expectativa gigante. Ou mudamos ou eles mudam com a gente.

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações.

8 Coisas para não fazer nos negócios de internet

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1. Fazer uma e-commerce e achar que não precisa fazer marketing. A loja virtual é como uma loja física e precisa de um plano de marketing para que as pessoas conheçam.

2.Contratar SEO MKT e achar que não precisa mais de outros veículos como AD WORDS e REDES.

3. Enviar e-mail marketing tentando vender o tempo todo para os mesmos clientes.

4. Imaginar que a empresa é apenas o SITE na internet e ficar esperando o cliente ligar ou mandar um contato na página.

5. Publicar conteúdos sem dirigir para o público alvo correto de forma aleatória,  desconsiderando a estrutura (afinidade – informação – emoção).

6.Vincular um questionário infinito na página de contato criando constrangimento aos clientes.

7. Anunciar um produto sem considerar a explanação sobre o que ele faz para solucionar problemas ou atender as necessidades dos clientes alvo.

8. NUNCA investir em um produto que tenha concorrentes gigantes ou que pode estar comoditizado na rede. A não ser que tenha muito dinheiro para bater de frente.

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações

Será que o interesse do cliente não importa?

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Nós sempre trabalhamos para interpretar o interesse de nossos clientes e atender o que eles precisam comprar. Para isso aumentamos o portfólio de ofertas de produtos, investimos no desenvolvimento de novas tecnologias, sempre preocupados com os seus interesses. Isso é muito bom, mas se os clientes procurassem produtos empresas como a Disney ou a Sky Fly talvez nem existiriam. Essa filosofia fundamentada em interesse e produto foi o caminho trilhado pelas empresas para chegar até aqui com sucesso, temos que reconhecer, mas não será o caminho que as levará daqui para frente.

Cada vez mais os clientes utilizam a aquisição de produtos como plataforma para alcançarem novas experiências e o produto cada vez mais importa menos nesse processo de comércio contemporâneo. Como uma empresa que fabrica produtos tangíveis pode se alçar em um universo em que a valência está na experiência? Interpretando quem realmente são seus clientes, o que eles sentem quando compram e quando e como utilizam seus produtos. Vamos utilizar exemplo prático: o telefone celular colocou a comunicação por voz na mão do cliente entregando a eles liberdade de movimento, mas, eles tinham liberdade e para registrar essas experiências precisavam de outro gadget,a câmera fotográfica. Com essa percepção os fabricantes adicionaram as câmeras nos seus aparelhos entregando mais uma experiência para seus clientes; bom os clientes criaram uma nova expectativa associada a experiência, que no caso seria como mostrar para seus amigos que estão felizes e se fotografarem. As empresas perceberam que poderiam melhorar a experiência do cliente na relação de consumo dos seus aparelhos e colocaram a câmera para self.

Quando tudo parecia enfim um casamento perfeito as empresas perceberam que quando o cliente tocava no botão da câmera de self as fotos tremiam e o usuário sofria uma dissonância de uso, para otimizar essa experiência as empresas adicionaram no software funções de reconhecimento onde não é necessário se apertar botões para se auto fotografar. Agora o mais importante de tudo isso, além de que as empresas foram melhorando as experiências dos clientes evoluindo com eles, é que o  telefone celular em tese é para falar e não para fotografar, isso mostra que o cliente não se relaciona com o produto essencialmente, mas com o que o produto pode propiciar a eles. Se fosse possível talvez usariam seus pensamentos para  falar, tirar fotos e publicar no Facebook, isso não deve estar longe de acontecer.

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações

Produto não é a razão do negócio

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Não faça projeção das vendas com base nos produtos, use alcance conversão em relação a clientes.

Vamos lá, quando faço as visitas para falar com as empresas que atendo na consultoria de vendas, existe uma cultura de projetar o plano de vendas em cima de quantos produtos devem ser vendidos e qual o valor deles. Isso não funciona, porque a razão do negócio é o cliente e o quanto somos capazes de vender para cada um deles. Para fazer o cálculo e tornar mais contemporânea sua empresa vamos fazer assim: 

Qual o valor bruto das vendas nos meses que vou usar para o cenário? Quantas vendas fiz nos últimos meses? Com esses dados dividimos o valor das vendas pela quantidade de vendas e chegamos ao TICKET MÉDIO, daí partimos para a projeção. Ex: vendi R$ 10.000,00 e atendi 10 clientes, resultado do ticket médio R$ 1.000,00. Com esse resultado sabemos a capacidade de potencializar clientes. O planejamento deve responder a pergunta:  nesse valor quantos clientes eu preciso para chegar à meta? Então partimos para o plano de prospecção.

Essa tese dá base para empresas que já entenderam que o cliente é que constitui a razão de ser do negócio. Estamos preparados par vender mais por cliente? Então vamos alcançar a meta!

 

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações

As perguntas que traumatizam clientes

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Quando o cliente acaba de fechar um negócio, o vendedor vira e faz uma pergunta com uma intenção dúbia: Só isso?

Ou quando recebe o cliente com a frase: Pois não?

Ou também quando diz: Não quer levar mais alguma coisa?

Essas perguntas automáticas feitas por uma grande quantidade de vendedores, não carrega com elas o sentido de interação positiva, o que causa no cliente um reflexo defensivo e muitas vezes um resíduo negativo de um atendimento que pode ter sido excelente.

Vendedores fujam de pergunta “nonsense” e conquistem seus clientes através da amizade. Lembrem-se que dois momentos da venda são mais relevantes para os clientes: o primeiro quando eu o recebo e o segundo quando me despeço com grandeza.

Escrito por: Valdir Oliveira

Agente de Inovação / Consultoria para pequenas empresas no SEBRAE empresário 20 anos no mercado, ex. conselheiro do FIESP/CIESP , pesquisador CNPQ e gerente de vendas e operações